Invista no compartilhamento de expertise – parte II

Abordagens que podem melhorar as chances de êxito no processo de compartilhamento de expertise

Dando sequência às abordagens citadas pelo autor Marc Rosenberg na obra Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional, o post de hoje traz mais quatro iniciativas para aprimorar o processo de compartilhamento de expertise em sua organização. Confira!



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Alta Performance: invista no compartilhamento de expertise

Confira abordagens que podem melhorar as chances de êxito no processo de compartilhamento de expertise

Conseguir os melhores especialistas é um processo bastante trabalhoso para qualquer tipo de organização. Mas fazer com que esses profissionais devotem o tempo necessário para compartilhar suas expertises, não deixando de lado suas atividades profissionais é ainda mais complicado.



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Cultura organizacional: transmita o DNA de seu negócio para engajar o time

As organizações que conseguem fortalecer sua cultura têm como resultado mais envolvimento de seus profissionais

Há diferentes percepções sobre a imagem de uma organização. Colaboradores recém-chegados, por exemplo, começam a formar mentalmente o “quebra-cabeça” da empresa com base no que veem e nas opiniões de colegas que já estão na casa. Estes, por sua vez, acumulam experiências de diferentes gestões e momentos do negócio.



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Alta Performance: invista no fortalecimento da cultura empresarial

Estruturar uma estratégia global de treinamento significa também investir na cultura empresarial

Na semana passada, tivemos um post sobre treinamentos e conexões globais, que tratou da preocupação das instituições em capacitar seus colaboradores estruturando uma estratégia de treinamento ligada à cultura empresarial, à cultura dos profissionais (idioma, costumes, legislação e outras particularidades) e às necessidades do time. 

No texto de hoje, reforçamos a ideia de que estruturar uma estratégia global de treinamento significa também investir (muito) na cultura empresarial. Para exemplificar, usamos uma citação de Marc Rosenberg na obra Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional




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Aprendizado: sua empresa está preparada para o e-Learning?

Você e sua organização estão mesmo preparados para executar satisfatoriamente o e-Learning?

Entre os nove sinais de alerta do e-Learning listados por Marc Rosenberg no livro Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional, o especialista aponta a mínima expertise em e-Learning como um fator preocupante nas organizações.



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As armadilhas da GC

Apesar do nome Gestão do Conhecimento (GC), o conhecimento não pode ser gerido, mas sim compartilhado e alavancado

Marc Rosenberg começa o capítulo sobre Gestão do Conhecimento (GC) – também conhecida como Knowledge Management (KM) – em seu livro Além do e-Learning, abordagens e tecnologias para a melhoria do conhecimento, do aprendizado e do desempenho organizacional dizendo que em uma empresa inteligente, a GC “reside em ordenar a informação a partir do caos e transformar competências empresariais em ativos reais de negócios”. Para tanto, as estratégias variam. É possível começar codificando e preservando informações importantes; reunir e identificar o conhecimento a ser explorado e ministrado; focar no suporte aos usuários, entre outras estratégias.



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Tecnologias de colaboração

Aspectos favoráveis e pontos de atenção das ferramentas de apoio das redes de conhecimento

Destacamos em posts anteriores o trabalho das comunidades do aprendizado e de maneira similar a elas, as redes de conhecimento também reúnem pessoas virtualmente. A diferença entre os dois formatos é que as redes são mais informais e crescem organicamente, afinal, toda pessoa mantém algum “facilitador para o alto desempenho”, contatos para recorrer em caso de dúvidas e outras necessidades. Não entendeu? Marc J. Rosenberg explica: 



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Gestão da mudança

Aspectos importantes para empreender a mudança e torná-la duradoura

Quando uma empresa decide mudar seus processos e capacitar seus colaboradores, com o objetivo de conquistar alta performance, ela precisa dar o primeiro passo e rever todas as suas ações. Essa não é uma tarefa simples, já que empreender a mudança e torná-la duradoura não depende apenas de novos métodos e tecnologia. 



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A melhor maneira de integrar trabalho e aprendizado

O treinamento deve ser parte de uma arquitetura de soluções

Em grande parte das empresas, treinamentos são realizados com o intuito ajudar a solucionar possíveis problemas na utilização de sistemas ou então nas rotinas de trabalho dos colaboradores. Por exemplo, se os funcionários têm dificuldades para compreender um manual técnico, cria-se um treinamento para ajudá-los. Mas por que não integrar trabalho e aprendizado de maneira diferente? 



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