A diferença entre a aprendizagem formal e a informal

Cursos em sala de aula física, indicação de livros, redes sociais corporativas: entenda as diferenças entre as modalidades de aprendizado

 

De acordo com o especialista Mark Rosenberg, a aprendizagem é um processo em que se adquirem novas competências e conhecimento com o objetivo de melhorar o desempenho. Existem diversos tipos de atividades e sua empresa provavelmente utiliza pelo menos dois ou mais deles: cursos em sala de aula física, indicação de livros, redes sociais corporativas, mundos virtuais 3D, podcasts. Mas você entende a diferença entre aprendizagem formal e informal?

 

A aprendizagem formal é estruturada e orientada por currículos, com base em funções ou níveis fixados pela organização. Conforme explica Francisco Antonio Soeltl, presidente da MicroPower e da comunidade Learning & Performance Brasil, no livro e-Learning no Brasil: retrospectiva, melhores práticas e tendências, nessa modalidade, a própria empresa determina o tipo de aprendizado que precisa ser adotado pelas pessoas e o tempo da atividade. “O número médio de horas de aprendizado formal que as pessoas podem ter difere de acordo com a indústria, a empresa, a pessoa ou sua função”, indica Soeltl.

 

  • Exemplos de aprendizagem formal: programas de aprendizado em sala de aula (física e virtual) e programas de e-Learning num ritmo ditado pelo próprio participante incluído em um currículo.

 

Agora imagine um modelo de ensino “mais aberto”, na verdade, semi ou não estruturado, essa é a aprendizagem informal, que é desenhada de acordo com os princípios do design instrucional e da pedagogia. Auto-orientada, ela também é impulsionada pelo aprendizado diário e pelas necessidades de desenvolvimento das pessoas.

 

  • Exemplos de aprendizagem informal: um novo projeto/tarefa, comunicações via conferência ou telefone, reuniões, webinars, aplicações eletrônicas de suporte ao desempenho, podcasts, comunidades online, redes sociais, mensagens instantâneas, artigos/livros, mentoring, observação de outras pessoas, action learning etc.

 

Vale lembrar que com o avanço tecnológico, os já citados mundos virtuais e as redes sociais, bem como blogswikis, comunidades online, sistemas eletrônicos de suporte ao desempenho passaram a ser adotados pelas organizações para o desenvolvimento de seus colaboradores. A partir daí, houve inclusive uma mudança de provedor da informação. O que antes era disponibilizado apenas pela empresa passou a ser produzido e compartilhado pelo próprio colaborador.

 

Referência: e-Learning no Brasil: retrospectiva, melhores práticas e tendências, de Francisco Antonio Soeltl.


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