e-Learning: como criar cursos com uma abordagem pessoal

Saiba como desenvolver propostas de e-Learning com enfoque em necessidades e metas pessoais (centradas em um colaborador), mesmo trabalhando para um grande número de pessoas

Independentemente do tema de seu e-Learning, do objetivo a ser atingido e dos recursos que você irá utilizar para capacitar o time de colaboradores, o aprendizado deve ser uma jornada pessoal. Destacamos essa ideia no post "O que os colaboradores esperam dos games", ou seja, o conceito de que é possível que diferentes pessoas participem do mesmo jogo ou da mesma atividade de capacitação, porém, cada uma buscando seu próprio caminho para lidar com metas e desafios, de acordo com suas habilidades e desejos de superação; e reforçamos a mensagem no texto de hoje. Boa leitura!

Um caminho de aprendizagem pessoal é “uma abordagem centrada no colaborador”, com enfoque em suas metas, preferências e objetivos específicos, conforme explica o especialista Christopher Pappas, fundador do portal eLearning Industry. Esse caminho também se refere às atividades e aos exercícios que o aluno escolhe para concluir o e-Learning. Mas como criar um conteúdo para atender a necessidades e metas pessoais trabalhando para um grande número de colaboradores? Selecionamos algumas ideias que o ajudarão a solucionar essa charada!

Metas globais
Mesmo pensando em caminhos de aprendizagem pessoais, você deve considerar metas globais. A chave para uma estratégia de sucesso é desenvolver um plano que combine os fundamentos do curso com as necessidades e os interesses de cada aluno (que você deve levantar em pesquisas de público-alvo), oferecendo trilhas para que cada profissional possa percorrer à sua maneira.

Empoderamento
Para um caminho de aprendizagem pessoal ser bem-sucedido, o colaborador deve ter o controle de sua experiência. Você pode fazer isso permitindo que ele escolha as atividades que deseja completar e até as avaliações que terá. Por exemplo, ofereça cenários online, exames de múltipla escolha ou até avaliações do curso (que funcionem como feedback mesmo), tudo para que ele realmente tenha voz e deseje participar da estratégia de treinamento.

Metas periódicas
Esse tipo de meta (semanal ou quinzenal) ajuda o profissional de treinamento e o próprio colaborador a acompanhar progressos e manter o bom desempenho. Aposte na criação de dois tipos de lista de atividades, exercícios e avaliações: uma obrigatória e outra com tarefas opcionais. Você ainda pode usar plataformas de gerenciamento de projetos para facilitar e melhorar o processo de aprendizado. O MicroPower Performa, por exemplo, possibilita ações como gerenciamento de atividades, cadastramento de informações, alocação e gerenciamento de recursos de treinamento, atribuição de cursos por público-alvo, gerenciamento de inscrições em cursos, controle de navegação pelo conteúdo, entre outras funcionalidades.

Feedback constante
Feedbacks construtivos são essenciais ao término das atividades, das avaliações e, claro, do curso. Os colaboradores precisam sabem quais foram os pontos fortes que os ajudaram a conquistar metas, bem como o que precisa ser melhorado. Da mesma forma, é preciso levantar opiniões sobre o que merece ajuste e reformulação nos cursos. Confira mais informações no post Como usar reforço positivo no e-Learning.

Referência: portal eLearning Industry

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