Microlearning: como criar cursos curtos, porém efetivos

Estratégias para desenvolver um microlearning de valor para os colaboradores

Mesmo com as organizações adotando cada vez mais o microlearning, ainda há pessoas com dúvidas sobre a efetividade das pílulas de conhecimento.

Se você também tem certa "desconfiança" desse tipo de treinamento, saiba que o microlearning pode ser tão ou até mais efetivo que os cursos de longa duração. Pense bem, o foco de nossas preocupações deve ser sempre a audiência – respeitar suas necessidades e também suas preferências. E uma das necessidades do colaborador é a flexibilidade, o que as pílulas de fato oferecem.

Hoje, as pessoas têm menos tempo e muitas fontes de preocupação, o que torna até “irreal” criar treinamentos que exijam do colaborador permanecer uma ou mais horas diante do computador para completar cursos sem interrupções. Por isso, quanto antes sua empresa investir no microlearning, mais cedo sua equipe abraçará as atividades de desenvolvimento.

Levantamos 6 dicas de como transformar um “conteúdo mais ou menos” em um microlearning engajador e separamos em dois posts. Confira as 3 primeiras dicas e corra para aplicar em seu e-Learning!

1) Organização por storyboard
O primeiro passo de um projeto de e-Learning é estruturar os objetivos específicos do treinamento e traçar uma estratégia que ajudará o designer instrucional/instrutor a avançar. Já pensou que o storyboard pode ser a melhor ferramenta para determinar a direção do trabalho sem carregar muitos conceitos em apenas um curso? A ferramenta possibilitará incluir todas as informações principais, deixando de lado tópicos desnecessários.

2) Texto: menos é mais
Todas as informações apresentadas em seu curso devem ser concisas. Ainda assim, nunca sacrifique a clareza e o significado em troca da brevidade. Elimine palavras que estejam sobrando; crie frases incisivas e curtas; evite voz passiva; elimine as palavras difíceis e floreios. Para checar a fluência, leia o material em voz alta e sinta se a compreensão está simples e prazerosa.

3) Mantenha o que realmente precisa ser transmitido
Tudo o que você incluir em um curso deve ser algo que seus colaboradores realmente devam conhecer. Mas como saber o que fica e o que sai? Simples, é preciso avaliar se: o conteúdo é preciso (se alguma informação for potencialmente imprecisa, não pense duas vezes para eliminá-la); a audiência vai mesmo utilizar as informações (o material deve ter um impacto real e tangível no desempenho dos colaboradores); o nível de dificuldade está adequado (fique atento se você está criando conteúdo de nível superior a um público de nível introdutório, o contrário também pode ser frustrante).

Referência: Shift eLearning Blog

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